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Você conta a idade do bebê e a gente explica como funciona o encontro e qual turma faz sentido.
Aulas presenciais no bairro São João, em Porto Alegre, e aulas online para todo o Brasil.
Encontros de estímulo musical para bebês acompanhados de um responsável. Trabalha escuta, vínculo e repertório em um ambiente pensado para a primeira infância.
A dúvida quase nunca é sobre música. É sobre o que faz sentido para um bebê e sobre como a sala funciona.
O formato é pensado para a primeira infância: tempo curto, repetição e um adulto de referência sempre presente.
Você conta a idade do bebê e a gente explica como funciona o encontro e qual turma faz sentido.
O bebê participa acompanhado de um responsável. A presença do adulto é parte da proposta, não um detalhe de logística.
As atividades trabalham som, silêncio, pulso e movimento, com canções e instrumentos adequados ao tamanho e à fase.
Por volta dos 3 anos o bebê costuma migrar para a musicalização infantil, com o mesmo tipo de trabalho em grupo e mais autonomia.
A sala usada nos encontros de bebês é a mesma da musicalização infantil, preparada para crianças pequenas: instrumentos no tamanho certo, piso adequado e espaço para movimento.
A EArte atua no bairro São João desde 1995 e já acompanhou mais de 3.000 alunos. Os professores têm formação acadêmica na área ou trajetória artística consolidada no meio cultural.
Conhecer os professores
Rua Barão do Cotegipe, 415, bairro São João, zona norte de Porto Alegre. A sala de primeira infância fica no mesmo corredor das demais.




Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. A resposta costuma vir no mesmo dia.
Perguntar no WhatsAppTrabalhar escuta, ritmo e vínculo numa fase em que a criança aprende pelo corpo e pela repetição. Não é aula de instrumento: é contato com a linguagem musical, com um adulto de referência participando junto.
Com canções curtas, repetição, variação de andamento e intensidade, movimento no colo e no chão, e instrumentos de percussão pequenos. O encontro respeita o tempo de atenção da fase, que é curto por natureza.
Canto e cantigas, exploração de sons e timbres, brincadeiras de pulso e de silêncio, movimento com o responsável e manuseio de instrumentos adequados ao tamanho do bebê.
Sim, e isso é parte da proposta. O bebê participa acompanhado de um responsável, porque nessa fase o vínculo com o adulto é o que sustenta a experiência.
É esperado e não é problema. O encontro tem espaço para o bebê observar antes de entrar, e a participação varia de dia para dia. Nada é forçado.
Por volta dos 3 anos, quando já há mais autonomia para as atividades em grupo. A transição é conversada com a família.
O percurso continua dentro da mesma escola, sem precisar procurar outro lugar.

O passo seguinte: turmas de ritmo, escuta e movimento em sala preparada.
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Percussão rítmica e melódica, quando chegar a hora do instrumento.
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Muitos pais descobrem aqui que também dá para começar.
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Conte a idade do bebê e a gente explica como é o encontro. Você pode visitar a escola antes de decidir, sem precisar fechar matrícula na hora.