Sala de percussão rítmica e melódica da EArte, no Clube SOGIPA, bairro São João, em Porto Alegre

Aula de Percussão em Porto Alegre

Sala própria de percussão para prática individual e em grupo. O trabalho envolve ritmo, coordenação e repertório brasileiro e contemporâneo, na percussão rítmica e também na melódica.

Sala de percussão dedicada Rítmica e melódica Aulas online em todo o Brasil
31
Anos de escola
3.000+
Alunos atendidos
15
Modalidades individuais
7
Turmas em grupo

Quem procura aula de percussão

A percussão atrai por dois caminhos diferentes: quem quer ritmo e quem descobre que percussão também toca melodia.

Quem vem pelo ritmo

  • Quero tocar em grupo e em banda
  • Gosto de repertório brasileiro
  • Quero trabalhar coordenação
  • Já toco bateria e quero ampliar

Quem vem pela melodia

  • Quero conhecer marimba e vibrafone
  • Percussão melódica é raro achar
  • Quero ler partitura no instrumento
  • Preciso de sala com o instrumento

Como funciona a aula de percussão

A escola tem sala dedicada ao instrumento, o que muda a aula: você estuda no equipamento, não numa adaptação.

01
Conversa inicial

Você diz se busca ritmo, melodia ou os dois, e se já tem experiência com algum instrumento de percussão.

02
Ritmo, pulso e coordenação

A base é comum a todos: pulso, subdivisão, independência e coordenação, trabalhados desde as primeiras aulas.

03
Percussão melódica

Quem quiser avança para marimba e vibrafone, onde entra leitura e melodia, e não só padrão rítmico.

04
Prática em grupo

A percussão pede conjunto. O aluno entra na prática de conjunto ou na escola de bandas e se apresenta nos saraus.

Quem conduz

Uma sala que quase ninguém tem

A EArte mantém sala de percussão rítmica e melódica dedicada, no Clube SOGIPA, bairro São João. Percussão melódica, com marimba e vibrafone, é conteúdo que raramente aparece nas escolas da cidade.

A escola atua desde 1995 e já acompanhou mais de 3.000 alunos. Os professores têm formação acadêmica na área ou trajetória artística consolidada no meio cultural.

Conhecer os professores
Sala de percussão rítmica e melódica da EArte
A partir de 7 anos
Indicado para: crianças, adolescentes e adultos
Professores de percussão Individual e em grupo

Onde as aulas acontecem

A escola fica no Clube SOGIPA, bairro São João, na Rua Barão do Cotegipe, 415, zona norte de Porto Alegre. A sala de percussão fica no mesmo corredor da sala de bateria e do estúdio.

Sala de percussão da EArte
Rítmica e melódica

Sala de percussão

Sala de bateria da EArte
Instrumento vizinho

Sala de bateria

Auditório próprio da EArte
Saraus e espetáculos

Auditório próprio

Estúdio próprio da EArte
Gravar o repertório

Estúdio próprio

Dúvidas frequentes

Percussão, ponto a ponto

Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. A resposta costuma vir no mesmo dia.

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Qual a diferença entre percussão e bateria?

A bateria é um instrumento específico, um conjunto montado tocado por uma pessoa. Percussão é a família inteira: instrumentos rítmicos de mão e baqueta, e também os melódicos, como marimba e vibrafone, que tocam notas e não só padrões de ritmo.

O que é percussão melódica?

São instrumentos de percussão que produzem notas definidas, como marimba e vibrafone. Você toca melodia e harmonia, lê partitura e trabalha repertório, com a técnica de baquetas no lugar dos dedos no teclado.

Preciso ter instrumento em casa para começar?

Não para começar. A escola tem sala de percussão com os instrumentos, e é onde a aula acontece. O estudo entre as aulas é conversado com o professor conforme o que você tem disponível.

Dá para aprender percussão sozinho?

Dá para começar, e muita gente começa assim. O que trava depois é postura, técnica de baqueta e independência entre as mãos, que são difíceis de corrigir sem alguém olhando. É aí que o acompanhamento muda o ritmo do aprendizado.

Vou poder tocar em grupo?

Sim, e é parte do percurso. A percussão pede conjunto: o aluno entra na prática de conjunto ou na escola de bandas e se apresenta nos saraus e espetáculos da escola.

Percussão rítmica e percussão melódica: o que muda entre a marimba, o vibrafone e os instrumentos de pele
As duas famílias dentro da mesma palavra

Percussão é um nome que cobre dois territórios bem diferentes. De um lado está a percussão rítmica, feita nos instrumentos de pele e nos idiofones sem altura definida: congas, atabaque, pandeiro, caixa, surdo, triângulo, agogô. De outro está a percussão melódica, feita em instrumentos que têm notas, como a marimba, o vibrafone, o xilofone e os sinos.

A distinção não é acadêmica. Ela muda o que o aluno estuda desde a primeira aula. Quem entra pela percussão rítmica trabalha divisão, levada, sotaque regional e condução. Quem entra pela percussão melódica trabalha leitura de partitura, escalas e frases, do mesmo modo que um instrumentista de teclas.

Boa parte de quem procura aula de percussão só conhece o primeiro lado, porque é o que aparece nas escolas. Descobrir que existe percussão com notas costuma reorganizar o objetivo da pessoa.

O que é a marimba e o que se estuda nela

A marimba é um instrumento de lâminas de madeira com ressonadores tubulares embaixo, tocado com baquetas de cabeça macia. O som é quente e curto, e o instrumento cobre uma extensão grande, o que permite tocar melodia e acompanhamento ao mesmo tempo.

O estudo começa pela posição do corpo diante do instrumento, porque a marimba se toca em pé e o deslocamento lateral faz parte da técnica. Depois entram a pega de duas baquetas e, mais adiante, a pega de quatro, que é o que permite tocar acordes.

  • Leitura em clave de sol e clave de fá, conforme a extensão usada
  • Independência entre as mãos, semelhante ao trabalho do piano
  • Escolha de baqueta por dureza, que muda o timbre antes de qualquer outra coisa
  • Repertório que vai do estudo de concerto ao popular e ao arranjo de câmara
O que é o vibrafone e por que ele soa diferente

O vibrafone tem lâminas de metal, pedal de sustentação e um motor que gira palhetas dentro dos ressonadores, produzindo a oscilação que dá nome ao instrumento. É o instrumento de percussão melódica mais associado ao jazz, e o pedal aproxima a técnica dele da do piano.

Quem estuda vibrafone trabalha três camadas que a marimba não exige na mesma medida: o uso do pedal para ligar as notas, o abafamento com a própria baqueta para cortar o que deve parar, e o controle do motor, que pode ficar desligado.

Na prática, o aluno que vem do piano costuma se adaptar rápido à leitura e demorar na baqueta. O que vem da bateria faz o caminho inverso.

A percussão rítmica e o repertório brasileiro

Do lado rítmico, o trabalho começa por som, pega e postura em cada instrumento, porque a mesma mão não serve para o pandeiro e para a conga. Em seguida vem a divisão, que é onde a percussão encontra a teoria musical.

O repertório brasileiro ocupa um espaço grande aqui: samba, baião, maracatu, frevo, coco e afoxé têm levadas próprias, e cada uma organiza o corpo de um jeito. Estudar essas levadas é também estudar de onde elas vêm, e isso costuma ser o que mais prende o aluno adulto.

Como as duas famílias se encontram no mesmo aluno

Não é preciso escolher um lado no primeiro dia. O caminho mais comum é começar pelo que motivou a procura e abrir a segunda frente quando a primeira já se sustenta.

Quem começou pelo ritmo ganha muito ao entrar na percussão melódica, porque passa a ler com fluência o que antes tocava de ouvido. Quem começou pela melódica ganha ao entrar no ritmo, porque a divisão deixa de ser um número na página e vira corpo.

O professor da modalidade acompanha isso e sugere quando abrir a segunda frente, a partir do que o aluno está conseguindo estudar entre as aulas.

Percussão não é bateria: quando cada caminho faz mais sentido
Por que a confusão existe

Bateria e percussão dividem baqueta, divisão rítmica e boa parte do vocabulário, e por isso são tratadas como a mesma coisa com frequência. Não são. A bateria é um kit fixo, tocado por uma pessoa sentada, com os quatro membros coordenados entre bumbo, caixa, pratos e tons. A percussão é um conjunto aberto de instrumentos, cada um com técnica própria, tocados em pé ou sentado conforme o caso.

A confusão tem uma consequência prática: quem procura percussão costuma ser encaminhado para a bateria, porque manter sala e instrumental de percussão custa mais do que manter um kit. Na EArte as duas são modalidades separadas, com professores e espaço próprios.

O que se desenvolve na bateria

O trabalho central da bateria é a independência entre membros: a mão direita conduzindo, a esquerda respondendo na caixa, o pé direito no bumbo e o esquerdo no chimbal, cada um com uma função diferente ao mesmo tempo.

Em torno disso se organizam a leitura rítmica, as levadas por estilo, as viradas e a dinâmica. É o instrumento que sustenta a banda por dentro, e por isso a prática de conjunto entra cedo no percurso do baterista.

O que se desenvolve na percussão

Na percussão, em vez de coordenar quatro membros num kit, o aluno aprende muitos instrumentos, um de cada vez, e o desafio é de som antes de ser de coordenação: a mesma conga soa completamente diferente conforme onde e como a mão bate.

Somando-se a isso está a percussão melódica, que traz leitura de notas e frase melódica, coisa que a bateria não pede. É o que faz o percussionista transitar entre a roda de samba e a orquestra.

Como escolher entre os dois

A pergunta que costuma resolver é sobre o destino, não sobre o gosto. Quem quer tocar em banda de rock, pop ou jazz, sustentando o grupo de trás, tende à bateria. Quem quer tocar em grupo de percussão, bloco, roda de samba, orquestra ou música de câmara, tende à percussão.

  • Quer conduzir a banda inteira sentado num kit, escolha bateria
  • Quer tocar muitos instrumentos diferentes, escolha percussão
  • Quer ler notas e tocar melodia com baqueta, escolha percussão melódica
  • Ainda não sabe, comece pela conversa inicial e experimente os dois

Trocar depois não anula o que já foi estudado. A divisão rítmica, a leitura e o controle de baqueta atravessam os dois caminhos.

Estudar os dois ao mesmo tempo

É possível, e alguns alunos fazem. O ponto de atenção é o tempo de estudo em casa: duas frentes técnicas ao mesmo tempo, com pouco tempo durante a semana, costuma render menos do que uma frente bem feita.

Quando o aluno tem rotina de estudo consolidada, a soma funciona bem, e o repertório de um alimenta o outro.

Como é a sala de percussão da EArte e o que dá para estudar nela
Uma sala dedicada, com instrumental de ritmo e de melodia

A EArte mantém uma sala de percussão rítmica e melódica, montada para a modalidade e não adaptada de outra função. É ali que ficam os instrumentos de lâmina e os de pele, disponíveis na aula.

Isso importa por um motivo concreto: percussão melódica é a modalidade em que a falta de instrumento inviabiliza o estudo. Marimba e vibrafone não são instrumentos que o aluno tem em casa, e sem sala equipada o conteúdo simplesmente não é oferecido.

O que o aluno não precisa comprar

Para começar, o aluno precisa das próprias baquetas, que são pessoais como o bocal de um sopro, e do resto pode dispor na escola. Isso muda bastante o custo de entrada em relação a instrumentos em que a compra vem antes da primeira aula.

Para o estudo em casa, um praticável de borracha resolve boa parte da rotina de mão e de leitura, e custa uma fração do instrumento. O professor orienta o que faz sentido comprar em cada fase.

Como a sala é usada ao longo da semana

Além das aulas individuais, a sala recebe os grupos de prática de conjunto que incluem percussão e os ensaios que preparam saraus e espetáculos. Para o aluno, isso significa ensaiar no mesmo espaço em que estuda, com o mesmo instrumental que vai usar no palco.

As apresentações acontecem no auditório da escola, no mesmo endereço. O deslocamento entre a sala de ensaio e o palco é interno, o que reduz boa parte da improvisação típica de apresentação em local emprestado.

Quem procura percussão e o que costuma buscar

A procura chega por caminhos bastante distintos. Há quem venha do samba e queira organizar o que já toca de ouvido. Há quem venha da escola regular e tenha encontrado a percussão numa oficina. Há adulto que sempre quis tocar e nunca se viu num instrumento de melodia. E há quem esteja preparando material para audição ou processo seletivo.

O ponto de partida muda o plano das primeiras semanas, e é por isso que a conversa inicial existe antes da matrícula em qualquer modalidade.

Outros cursos da escola

A percussão conversa direto com as outras frentes da escola.

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Sala de percussão da EArte

Venha conhecer a sala

Diga se você busca ritmo, melodia ou os dois. Você pode visitar a sala de percussão antes de decidir, sem precisar fechar matrícula na hora.