Conversa inicial
Você diz se busca ritmo, melodia ou os dois, e se já tem experiência com algum instrumento de percussão.
Aulas presenciais no Clube SOGIPA, bairro São João, em Porto Alegre, e aulas online para todo o Brasil.
Sala própria de percussão para prática individual e em grupo. O trabalho envolve ritmo, coordenação e repertório brasileiro e contemporâneo, na percussão rítmica e também na melódica.
A percussão atrai por dois caminhos diferentes: quem quer ritmo e quem descobre que percussão também toca melodia.
A escola tem sala dedicada ao instrumento, o que muda a aula: você estuda no equipamento, não numa adaptação.
Você diz se busca ritmo, melodia ou os dois, e se já tem experiência com algum instrumento de percussão.
A base é comum a todos: pulso, subdivisão, independência e coordenação, trabalhados desde as primeiras aulas.
Quem quiser avança para marimba e vibrafone, onde entra leitura e melodia, e não só padrão rítmico.
A percussão pede conjunto. O aluno entra na prática de conjunto ou na escola de bandas e se apresenta nos saraus.
A EArte mantém sala de percussão rítmica e melódica dedicada, no Clube SOGIPA, bairro São João. Percussão melódica, com marimba e vibrafone, é conteúdo que raramente aparece nas escolas da cidade.
A escola atua desde 1995 e já acompanhou mais de 3.000 alunos. Os professores têm formação acadêmica na área ou trajetória artística consolidada no meio cultural.
Conhecer os professores
A escola fica no Clube SOGIPA, bairro São João, na Rua Barão do Cotegipe, 415, zona norte de Porto Alegre. A sala de percussão fica no mesmo corredor da sala de bateria e do estúdio.




Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. A resposta costuma vir no mesmo dia.
Perguntar no WhatsAppA bateria é um instrumento específico, um conjunto montado tocado por uma pessoa. Percussão é a família inteira: instrumentos rítmicos de mão e baqueta, e também os melódicos, como marimba e vibrafone, que tocam notas e não só padrões de ritmo.
São instrumentos de percussão que produzem notas definidas, como marimba e vibrafone. Você toca melodia e harmonia, lê partitura e trabalha repertório, com a técnica de baquetas no lugar dos dedos no teclado.
Não para começar. A escola tem sala de percussão com os instrumentos, e é onde a aula acontece. O estudo entre as aulas é conversado com o professor conforme o que você tem disponível.
A partir dos 7 anos costuma haver coordenação e concentração para o estudo individual do instrumento. Antes disso, o caminho é a musicalização infantil, que já trabalha ritmo e pulso.
Dá para começar, e muita gente começa assim. O que trava depois é postura, técnica de baqueta e independência entre as mãos, que são difíceis de corrigir sem alguém olhando. É aí que o acompanhamento muda o ritmo do aprendizado.
Sim, e é parte do percurso. A percussão pede conjunto: o aluno entra na prática de conjunto ou na escola de bandas e se apresenta nos saraus e espetáculos da escola.
Percussão é um nome que cobre dois territórios bem diferentes. De um lado está a percussão rítmica, feita nos instrumentos de pele e nos idiofones sem altura definida: congas, atabaque, pandeiro, caixa, surdo, triângulo, agogô. De outro está a percussão melódica, feita em instrumentos que têm notas, como a marimba, o vibrafone, o xilofone e os sinos.
A distinção não é acadêmica. Ela muda o que o aluno estuda desde a primeira aula. Quem entra pela percussão rítmica trabalha divisão, levada, sotaque regional e condução. Quem entra pela percussão melódica trabalha leitura de partitura, escalas e frases, do mesmo modo que um instrumentista de teclas.
Boa parte de quem procura aula de percussão só conhece o primeiro lado, porque é o que aparece nas escolas. Descobrir que existe percussão com notas costuma reorganizar o objetivo da pessoa.
A marimba é um instrumento de lâminas de madeira com ressonadores tubulares embaixo, tocado com baquetas de cabeça macia. O som é quente e curto, e o instrumento cobre uma extensão grande, o que permite tocar melodia e acompanhamento ao mesmo tempo.
O estudo começa pela posição do corpo diante do instrumento, porque a marimba se toca em pé e o deslocamento lateral faz parte da técnica. Depois entram a pega de duas baquetas e, mais adiante, a pega de quatro, que é o que permite tocar acordes.
O vibrafone tem lâminas de metal, pedal de sustentação e um motor que gira palhetas dentro dos ressonadores, produzindo a oscilação que dá nome ao instrumento. É o instrumento de percussão melódica mais associado ao jazz, e o pedal aproxima a técnica dele da do piano.
Quem estuda vibrafone trabalha três camadas que a marimba não exige na mesma medida: o uso do pedal para ligar as notas, o abafamento com a própria baqueta para cortar o que deve parar, e o controle do motor, que pode ficar desligado.
Na prática, o aluno que vem do piano costuma se adaptar rápido à leitura e demorar na baqueta. O que vem da bateria faz o caminho inverso.
Do lado rítmico, o trabalho começa por som, pega e postura em cada instrumento, porque a mesma mão não serve para o pandeiro e para a conga. Em seguida vem a divisão, que é onde a percussão encontra a teoria musical.
O repertório brasileiro ocupa um espaço grande aqui: samba, baião, maracatu, frevo, coco e afoxé têm levadas próprias, e cada uma organiza o corpo de um jeito. Estudar essas levadas é também estudar de onde elas vêm, e isso costuma ser o que mais prende o aluno adulto.
Não é preciso escolher um lado no primeiro dia. O caminho mais comum é começar pelo que motivou a procura e abrir a segunda frente quando a primeira já se sustenta.
Quem começou pelo ritmo ganha muito ao entrar na percussão melódica, porque passa a ler com fluência o que antes tocava de ouvido. Quem começou pela melódica ganha ao entrar no ritmo, porque a divisão deixa de ser um número na página e vira corpo.
O professor da modalidade acompanha isso e sugere quando abrir a segunda frente, a partir do que o aluno está conseguindo estudar entre as aulas.
Bateria e percussão dividem baqueta, divisão rítmica e boa parte do vocabulário, e por isso são tratadas como a mesma coisa com frequência. Não são. A bateria é um kit fixo, tocado por uma pessoa sentada, com os quatro membros coordenados entre bumbo, caixa, pratos e tons. A percussão é um conjunto aberto de instrumentos, cada um com técnica própria, tocados em pé ou sentado conforme o caso.
A confusão tem uma consequência prática: quem procura percussão costuma ser encaminhado para a bateria, porque manter sala e instrumental de percussão custa mais do que manter um kit. Na EArte as duas são modalidades separadas, com professores e espaço próprios.
O trabalho central da bateria é a independência entre membros: a mão direita conduzindo, a esquerda respondendo na caixa, o pé direito no bumbo e o esquerdo no chimbal, cada um com uma função diferente ao mesmo tempo.
Em torno disso se organizam a leitura rítmica, as levadas por estilo, as viradas e a dinâmica. É o instrumento que sustenta a banda por dentro, e por isso a prática de conjunto entra cedo no percurso do baterista.
Na percussão, em vez de coordenar quatro membros num kit, o aluno aprende muitos instrumentos, um de cada vez, e o desafio é de som antes de ser de coordenação: a mesma conga soa completamente diferente conforme onde e como a mão bate.
Somando-se a isso está a percussão melódica, que traz leitura de notas e frase melódica, coisa que a bateria não pede. É o que faz o percussionista transitar entre a roda de samba e a orquestra.
A pergunta que costuma resolver é sobre o destino, não sobre o gosto. Quem quer tocar em banda de rock, pop ou jazz, sustentando o grupo de trás, tende à bateria. Quem quer tocar em grupo de percussão, bloco, roda de samba, orquestra ou música de câmara, tende à percussão.
Trocar depois não anula o que já foi estudado. A divisão rítmica, a leitura e o controle de baqueta atravessam os dois caminhos.
É possível, e alguns alunos fazem. O ponto de atenção é o tempo de estudo em casa: duas frentes técnicas ao mesmo tempo, com pouco tempo durante a semana, costuma render menos do que uma frente bem feita.
Quando o aluno tem rotina de estudo consolidada, a soma funciona bem, e o repertório de um alimenta o outro.
A EArte mantém uma sala de percussão rítmica e melódica, montada para a modalidade e não adaptada de outra função. É ali que ficam os instrumentos de lâmina e os de pele, disponíveis na aula.
Isso importa por um motivo concreto: percussão melódica é a modalidade em que a falta de instrumento inviabiliza o estudo. Marimba e vibrafone não são instrumentos que o aluno tem em casa, e sem sala equipada o conteúdo simplesmente não é oferecido.
Para começar, o aluno precisa das próprias baquetas, que são pessoais como o bocal de um sopro, e do resto pode dispor na escola. Isso muda bastante o custo de entrada em relação a instrumentos em que a compra vem antes da primeira aula.
Para o estudo em casa, um praticável de borracha resolve boa parte da rotina de mão e de leitura, e custa uma fração do instrumento. O professor orienta o que faz sentido comprar em cada fase.
Além das aulas individuais, a sala recebe os grupos de prática de conjunto que incluem percussão e os ensaios que preparam saraus e espetáculos. Para o aluno, isso significa ensaiar no mesmo espaço em que estuda, com o mesmo instrumental que vai usar no palco.
As apresentações acontecem no auditório da escola, no mesmo endereço. O deslocamento entre a sala de ensaio e o palco é interno, o que reduz boa parte da improvisação típica de apresentação em local emprestado.
A procura chega por caminhos bastante distintos. Há quem venha do samba e queira organizar o que já toca de ouvido. Há quem venha da escola regular e tenha encontrado a percussão numa oficina. Há adulto que sempre quis tocar e nunca se viu num instrumento de melodia. E há quem esteja preparando material para audição ou processo seletivo.
O ponto de partida muda o plano das primeiras semanas, e é por isso que a conversa inicial existe antes da matrícula em qualquer modalidade.
A percussão conversa direto com as outras frentes da escola.

Para quem chega adulto e quer o próprio repertório e horário.
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Diga se você busca ritmo, melodia ou os dois. Você pode visitar a sala de percussão antes de decidir, sem precisar fechar matrícula na hora.