Conversa e agendamento
Você diz o que quer gravar, quantas faixas e se é voz, instrumento ou os dois. A partir daí marcamos a sessão.
Aulas presenciais no Clube SOGIPA, bairro São João, em Porto Alegre, e aulas online para todo o Brasil.
Estúdio próprio para gravação de voz e instrumentos, com agendamento. Aberto a alunos da escola e a músicos de fora que querem registrar o próprio repertório.
Aqui a procura é diferente da de aula. Quem chega quer registrar alguma coisa, e o que muda é o objetivo do registro.
A gravação é agendada, não é aula com hora fixa na semana. O combinado começa pelo que você quer registrar.
Você diz o que quer gravar, quantas faixas e se é voz, instrumento ou os dois. A partir daí marcamos a sessão.
Chegar com o repertório pronto encurta a sessão. Se precisar, o preparo pode ser feito nas aulas antes de gravar.
A sessão acontece no estúdio da escola, com acompanhamento. Voz e instrumentos são registrados conforme o combinado.
Quem quiser segue para a produção: ajustes, mixagem e finalização do material, da pré-produção ao arquivo final.
Vale o recorte honesto: a EArte não é um estúdio comercial de ponta disputando trilha publicitária. É o estúdio de uma escola de música, e ele existe para que o aluno grave o que estuda, para registro de repertório, demo e trabalho de conclusão.
Gravar a própria música muda a relação do aluno com o que ele pratica, e é por isso que o equipamento fica disponível. Músicos de fora da escola também podem agendar. A EArte atua no bairro São João desde 1995.
Conhecer os professores
A escola fica no Clube SOGIPA, bairro São João, na Rua Barão do Cotegipe, 415, zona norte de Porto Alegre. O estúdio fica no mesmo corredor da sala de bateria e do auditório.




Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. A resposta costuma vir no mesmo dia.
Perguntar no WhatsAppDepende do que vai ser gravado: número de faixas, se é só voz ou voz e instrumentos, e se você quer só a captação ou também a produção. Por isso o valor sai depois da conversa, quando dá para dimensionar a sessão com honestidade.
Não. O estúdio atende alunos e músicos de fora. O agendamento é o mesmo nos dois casos.
O repertório preparado, e o instrumento se você preferir gravar com o seu. A escola tem instrumentos disponíveis, mas quem já tem o próprio costuma preferir o timbre com que ensaiou.
Gravar é registrar o que você toca ou canta. Produzir é o trabalho em cima desse registro: arranjo, ajustes, mixagem e finalização. Você pode contratar só a gravação ou seguir para a produção depois.
Dá, e é um dos usos mais comuns do estúdio. O combinado começa pela conversa sobre o que precisa ser entregue e em que formato.
Varia com o repertório e com o preparo. Chegar com as músicas prontas encurta bastante. O tempo estimado é definido no agendamento, para você não ter surpresa.
Contratar um estúdio avulso e gravar na escola em que se estuda são experiências distintas, e a diferença não está no equipamento. Está no que acontece antes e depois da sessão.
No estúdio avulso, o artista chega pronto. O tempo é contratado, o relógio corre, e o técnico registra o que for tocado. Quem chega sem preparo perde sessão descobrindo isso. É um serviço de captação, e funciona bem para quem já sabe o que quer.
Na escola, a gravação é a última etapa de um percurso que teve professor, ensaio e sala. O aluno chega tendo trabalhado a música com quem o acompanha há meses, e o que não estiver pronto aparece antes, no ensaio, não no estúdio.
A diferença mais concreta é ter alguém que conhece o aluno envolvido na preparação. O professor sabe onde a execução costuma falhar, qual trecho vai exigir mais takes e o que é realista registrar no estágio atual.
Isso muda escolhas práticas: andamento da gravação, tonalidade, corte de trechos e ordem de captação. Decisões que, tomadas por quem acabou de conhecer o músico, custam tempo de sessão.
A preparação é onde a maior parte do resultado se decide, e é a etapa que quem grava pela primeira vez costuma subestimar.
Trocar corda no dia da gravação é um erro comum: o instrumento desafina durante a sessão inteira.
O estúdio também atende quem não estuda na escola. Nesse caso a preparação prévia com professor não faz parte do pacote, e a sessão se organiza como em qualquer estúdio: conversa sobre o que será gravado, definição de tempo e agendamento.
Quem quiser a preparação pode contratá-la à parte, em aulas voltadas ao repertório que vai gravar.
Antes de qualquer microfone, define-se o que a gravação precisa entregar. Uma demo para enviar a um edital tem exigências diferentes de um registro de fim de curso ou de um single para plataformas.
Nessa etapa se decide a formação, a ordem de captação, a estrutura da música e o que será tocado ao vivo em conjunto. É a etapa mais barata para mudar de ideia, e a mais cara de pular.
A captação é a gravação propriamente dita. Em formações pequenas costuma ser feita por camadas: primeiro a base rítmica, depois os instrumentos harmônicos, por último a voz. Em grupos que tocam bem juntos, gravar tudo ao mesmo tempo preserva a energia do conjunto e reduz o número de takes.
O uso de fone com clique mantém o andamento estável entre as camadas. Para quem nunca gravou, tocar com clique é a parte que mais exige adaptação, e é por isso que ela é treinada antes.
Na edição escolhem-se os melhores trechos entre os takes, ajusta-se o que estiver fora do tempo e limpa-se ruído indesejado, como respiração excessiva, barulho de traste ou de banco.
Há uma decisão estética aqui, e ela é do artista: quanto corrigir. Correção demais tira a marca de quem tocou, correção de menos deixa passar o que incomoda na décima escuta. A conversa sobre esse limite acontece antes.
A mixagem organiza tudo o que foi gravado num equilíbrio só: volume relativo de cada instrumento, posição no campo estéreo, equalização para que dois instrumentos não disputem a mesma faixa de frequência, e efeitos como reverberação e delay.
É a etapa em que a gravação passa de um conjunto de faixas para uma música. Boa parte da diferença percebida entre uma gravação caseira e uma de estúdio nasce aqui, não na captação.
A masterização é o ajuste final do material já mixado, pensando em como ele vai soar em contextos diferentes, do fone ao carro. Trata de volume geral, coerência entre faixas de um mesmo trabalho e formato de saída.
A entrega é definida pelo destino: arquivo para plataformas de streaming, arquivo para envio a edital, ou material para audição. Cada um tem exigência própria de formato, e isso se resolve na entrega, não depois.
É o formato mais procurado por quem compõe. Uma faixa, gravada e finalizada, pronta para distribuição. Concentra o investimento em uma música só, o que permite cuidar de arranjo e de mixagem sem diluir.
Para quem está começando a publicar, gravar uma faixa por vez também facilita manter regularidade de lançamento, que é o que sustenta presença em plataforma.
A demo é um registro de trabalho, feito para mostrar a música a alguém: uma banda que quer se apresentar a um contratante, um compositor que quer registrar a ideia antes de esquecer, um artista que precisa enviar material para um edital.
Ela não precisa do mesmo acabamento de um lançamento, e reconhecer isso economiza tempo e dinheiro. O que a demo precisa é ser clara: dá para ouvir a música, a letra e o arranjo.
Alunos que encerram uma etapa costumam querer um registro do que alcançaram, e esse é um uso frequente do estúdio dentro da escola. Vale para o adolescente que estudou anos e para o adulto que voltou a tocar depois de muito tempo.
Nesse caso o valor não está na distribuição, e sim no documento: um arquivo que fica, gravado com o professor por perto, no ponto do percurso em que a pessoa estava.
Audições de universidade, editais, seleções de grupos e inscrições em festivais costumam pedir material gravado, com exigências específicas de formato, duração e, às vezes, de gravação em plano aberto sem cortes.
A escola não interfere no resultado de nenhum processo seletivo, e não há promessa envolvida nesse serviço. O que o estúdio entrega é o material dentro das exigências pedidas.
Além da gravação, o estúdio atende produção musical, que é o trabalho de definir como a música vai soar: arranjo, escolha de instrumentação, timbres e estrutura. É o serviço procurado por quem tem a composição pronta na voz e no violão e quer chegar a um arranjo completo.
Produção e gravação podem ser contratadas juntas ou separadas, conforme o material chegue mais ou menos definido.
Quem grava no estúdio costuma vir de alguma das frentes de aula da escola.

Aula individual do primeiro contato ao repertório próprio.
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Para quem decide por si e quer gravar o que estuda.
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Percussão rítmica e melódica, com repertório brasileiro e contemporâneo.
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Conte o que você quer gravar e quantas faixas. A gente dimensiona a sessão e explica como funciona antes de você decidir.