Conversa inicial
Você diz o que procura, desenho e pintura ou canto e cena, e a gente indica a turma e o horário.
Aulas presenciais no Clube SOGIPA, bairro São João, em Porto Alegre, e aulas online para todo o Brasil.
Sala de artes com desenho, pintura e experimentação de materiais, e curso que reúne canto, interpretação e movimento cênico, com montagens apresentadas no auditório da escola.
Nem todo mundo que entra numa escola de música quer um instrumento. Parte do público chega pelo desenho ou pelo palco, e encontra as duas coisas no mesmo endereço.
Artes visuais e teatro musical são cursos distintos, com salas e professores próprios, e o aluno pode fazer um, o outro ou os dois.
Você diz o que procura, desenho e pintura ou canto e cena, e a gente indica a turma e o horário.
No curso de artes visuais o trabalho é de desenho, pintura e experimentação de materiais, com acompanhamento técnico.
No teatro musical o trabalho reúne canto, interpretação e movimento cênico, construído ao longo do semestre.
O semestre fecha com apresentação no auditório da escola. Mostrar o que se fez é parte do curso, não um extra.
Esse é o ponto que separa a EArte da maioria das escolas de Porto Alegre. Quem procura teatro musical na cidade encontra academias dedicadas ao formato, e quem procura artes visuais encontra ateliês. Praticamente nenhuma casa reúne música, artes visuais e cena no mesmo lugar.
A escola atua desde 1995 no bairro São João e mantém sala de artes e auditório próprios. Os professores têm formação acadêmica na sua área ou trajetória artística consolidada no meio cultural.
Conhecer os professores
A escola fica no Clube SOGIPA, bairro São João, na Rua Barão do Cotegipe, 415, zona norte de Porto Alegre. A sala de artes e o auditório ficam no mesmo prédio das salas de música.




Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. A resposta costuma vir no mesmo dia.
Perguntar no WhatsAppNão. O curso recebe quem nunca teve aula e quem já desenha e quer acompanhamento técnico. O trabalho parte do ponto em que cada aluno está, e a primeira aula serve para identificar isso.
Desenho, pintura e experimentação de materiais, com orientação sobre técnica, observação e composição. A sala é equipada para isso, então o aluno não precisa montar estrutura em casa.
Pelo começo, literalmente: o curso reúne canto, interpretação e movimento cênico e é construído ao longo do semestre. Não é preciso ter experiência de palco nem aula de canto anterior.
Tem. As montagens são apresentadas no auditório da escola. Subir ao palco faz parte do aprendizado e é onde o aluno percebe o quanto avançou.
Dá, e é comum. A escola reúne as duas frentes no mesmo endereço, então o aluno de instrumento pode fazer artes visuais ou teatro musical sem trocar de escola nem de horário de deslocamento.
Para os dois. As turmas são formadas por faixa etária, e há grupos de crianças, de adolescentes e de adultos conforme a procura do semestre.
Em Porto Alegre, quem procura aula de música encontra escolas de música. Quem procura desenho encontra ateliês e escolas de arte. Quem procura teatro musical encontra companhias e cursos livres de teatro. São três circuitos que quase não se cruzam, e a família que quer as três coisas normalmente monta três rotinas, em três lugares.
A EArte reúne as três no mesmo endereço, e isso não é um detalhe de conveniência logística. Quando as linguagens convivem, elas se citam: quem estuda canto encontra o teatro musical na porta ao lado, e quem desenha ouve o ensaio da banda no corredor.
A primeira mudança é a possibilidade de experimentar sem trocar de escola. Uma criança que entrou pela musicalização e descobriu que gosta mais de desenhar não precisa recomeçar em outro lugar, com outra secretaria e outro trajeto.
A segunda é a passagem natural entre as linguagens ao longo dos anos. É comum o percurso ir da musicalização para um instrumento, do instrumento para o coral, do coral para o teatro musical. Cada passo aproveita o anterior.
Os espetáculos temáticos e a Semana Cultural são onde a tríade fica visível. Um mesmo espetáculo pode ter a banda tocando, o coral cantando, os alunos de teatro musical em cena e a cenografia feita pela turma de artes visuais.
Para o aluno de artes, essa é uma diferença concreta em relação a estudar desenho isolado: o trabalho tem destino. Para o aluno de música, é a oportunidade de tocar dentro de uma cena, e não apenas num recital.
É frequente que dois irmãos queiram coisas diferentes, e essa é uma das situações em que a amplitude do catálogo pesa mais. Uma criança na musicalização e outra no desenho, no mesmo horário e no mesmo prédio, resolvem-se com uma viagem em vez de duas.
O mesmo vale para o adulto que leva o filho e acaba entrando no coral ou numa aula de instrumento no mesmo período.
Não há impedimento em cursar música e artes em paralelo, e muitos alunos fazem. O que se recomenda é observar o tempo de estudo em casa: instrumento pede rotina diária curta, artes visuais pedem blocos maiores e menos frequentes. As duas rotinas convivem bem quando são planejadas, e competem quando não são.
A conversa inicial existe para montar isso junto, considerando idade, tempo disponível e o que a pessoa quer alcançar.
A ideia de que desenhar depende de dom atrapalha mais do que qualquer dificuldade técnica. O trabalho inicial em artes visuais é de observação: aprender a ver proporção, direção de linha, cheio e vazio antes de se preocupar com o resultado bonito.
Por isso os primeiros exercícios costumam ser de contorno, de medida e de enquadramento, e não de cópia de imagem pronta. Quem chega dizendo que não sabe desenhar em geral sabe olhar mal, e isso se corrige.
O desenho estrutura o restante do percurso. Trabalha-se traço e pressão, construção da forma por sólidos simples, proporção, e a passagem para o volume por meio de luz e sombra.
Quando o desenho já sustenta a forma, entra a cor. O trabalho começa por círculo cromático, misturas e temperatura, e segue para as técnicas que a turma escolher, entre lápis de cor, aquarela, guache e acrílica.
Cada material impõe uma lógica diferente: a aquarela se constrói do claro para o escuro e não perdoa excesso de água, a acrílica seca rápido e permite camadas, o lápis de cor pede paciência de sobreposição. Conhecer essas lógicas é parte do curso.
Depois da base, o percurso deixa de ser uma sequência de exercícios e passa a girar em torno de um projeto escolhido pelo aluno: uma série de retratos, uma ilustração, um trabalho para portfólio, um painel para o espetáculo da escola.
É a mesma lógica do repertório na música: o conteúdo técnico entra na medida do que o projeto pede, e não como um programa fechado.
As turmas infantis trabalham a mesma base com outra porta de entrada, mais ligada a experimentação de material, coordenação e narrativa visual. O adulto costuma chegar com um objetivo definido, e o percurso é montado a partir dele.
Em ambos os casos o trabalho acontece na sala de artes da escola, com o material montado para isso.
No teatro musical a narrativa avança pela música. A personagem canta quando a fala já não dá conta, e a canção precisa cumprir o mesmo trabalho dramático de uma cena falada. Por isso o curso reúne três frentes que costumam ser ensinadas separadas: canto, interpretação e movimento.
Quem vem só do canto costuma cantar bem e ficar parado. Quem vem só do teatro se move bem e perde a afinação ao correr. O trabalho é justamente somar as duas coisas sem que uma derrube a outra.
A técnica vocal do teatro musical parte do mesmo lugar da aula de canto: respiração, apoio, afinação e projeção. A diferença é que ela passa a ser exigida em condições adversas, com a personagem em movimento, em pé, deitada, correndo ou emocionada.
Trabalha-se então a manutenção do apoio fora da posição confortável, a dicção que sobrevive ao andamento, e a escolha consciente de quando a voz deve soar bonita e quando deve soar como a cena pede.
A frente de interpretação trata do que sustenta a canção por dentro: quem é a personagem, o que ela quer, para quem canta e o que muda entre o começo e o fim da música. Sem isso, a canção vira apresentação de voz.
O movimento no teatro musical não é dança de repertório, ainda que a dança apareça. É consciência corporal aplicada: ocupar o espaço, marcar posição, deslocar-se sem perder o ar, e sustentar a personagem também pela postura.
Para o aluno que vem da música, esta costuma ser a frente mais desafiadora, e também a que muda mais rápido a presença de palco em qualquer contexto, inclusive num recital de instrumento.
O percurso é montado com um destino: o número ou o espetáculo apresentado no auditório da escola. Ensaiar sabendo onde vai apresentar muda a preparação, porque a marcação é feita no espaço real.
Não há exigência de experiência prévia para entrar. Quem nunca cantou em público e quem já faz aula de canto individual encontram trabalho na mesma turma, em frentes diferentes.
A escola reúne outras frentes no mesmo endereço, e muita gente combina mais de uma.

Aula individual do primeiro contato ao repertório próprio.
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Ritmo, escuta e movimento em sala preparada para a faixa etária.
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Para quem decide por si e quer o próprio repertório e horário.
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Diga se o interesse é desenho e pintura, palco, ou os dois. Você pode visitar a escola antes de decidir, sem precisar fechar matrícula na hora.